Olá pessoal!! Como não publiquei o culto da semana passada (20.02), estarei publicando os dois nesse mesmo post (20 e 27.02).
Até!!
Culto de Domingo - 20.02.11 - Pr. Digão - Relacionamento com Deus
Os relacionamentos vão determinar como estamos e vamos estar. Ninguém vive sozinho. A Bíblia fala da importância dos relacionamentos. Desde pequenos, aprendemos a nos relacionar pelas vantagens que vemos naquela relação. Até para escolher os produtos, vemos quais vantagens ou benefícios nos agradam mais. O chefe seleciona o funcionário conforme os benefícios que essa pessoa vai trazer. Desde pequenos aprendemos a nos relacionar dessa forma.
O problema é quando transferimos isso para a nossa vida espiritual. Desanimamos e a nossa fé esfria rapidinho. Temos que tomar cuidado, porque assim atropelamos o processo de Deus na nossa vida. Porque a nossa relação com Deus não pode ser assim, nesse sistema de trocas. Muita gente busca a Deus nos momentos difíceis. Busca, porque de alguma forma perdeu. Achou algo que fosse mais vantajoso em outro lugar. O que vai mudar a nossa história é a comunhão com Deus. Se buscamos por benefícios, não há transformação de caráter. Nos transformamos naquilo com que temos comunhão.
Se buscamos por benefícios, podemos até obter alguns benefícios, mas não haverá a transformação. 1 Coríntios 1.9: A comunhão me transforma, as trevas e o pecado perdem a força. 1 João 1.6: Muitas vezes, sem perceber, nos pautamos nos benefícios de uma relação com Deus. Mas o propósito da Criação foi ter COMUNHÃO.
O objetivo do evangelismo é fazer que os outros tenham comunhão. Se não tivermos comunhão, não adianta obtermos os benefícios. A comunhão é que traz a mudança, e aí poderemos usufruir plenamente dos benefícios dessa relação.
João 6.22-68: A multidão estava atrás dele pelos benefícios. O mundo nunca vai nos saciar. O povo estava atrás dele porque não estavam satisfeitos, eles queriam mais, porque estavam buscando com os olhos do mundo, não conseguiam se saciar. Deus quer glorificar o Nome dele na terra, mas para isso precisamos buscar pelo que Ele é, ter comunhão.
Precisamos reavaliar nossa busca. As coisas do mundo não vão saciar, sempre precisamos mais coisas, o que temos não é o suficiente. Mas a comunhão com Deus é que sacia realmente. Nada mais vai nos roubar. Provérbios 30.15.
Porque Jesus fazia os sinais? Para gerar comunhão, pois provocava a fé no povo, e traz a vontade de ter comunhão. Jesus falou para a multidão que eles buscavam por pão (material), e não pelos sinais (espiritual). Se eles estivessem buscando pelos sinais, era sinal que eles tinham fé, e a intensidade da busca seria diferente.
Deus não faz nada na nossa vida por acaso. Provérbios 8.28: qual é o foco da nossa vida: os sinais, ou sermos saciados? Os sinais vão determinar a nossa comunhão com Deus. Quanto mais profunda é a nossa comunhão, maior é a mudança na nossa vida. Quem busca por benefícios, cai na religiosidade, entra num sistema de troca. Deus não é assim. É pela Graça que somos salvos. A religiosidade rouba a vida espiritual, mata a fé e a esperança, ficamos sem vida. Salmo 115. A religiosidade diz que a gente não merece, mas é por graça que estamos vivos. Romanos 8.28. Se eu sei que Ele está comigo, eu não temo o amanhã, o pecado perde força. A religiosidade nos AFASTA de Deus. Quem busca por benefícios, é aquele que murmura, é aquele que está insatisfeito, não foi saciado. Quem tem comunhão, crê mais, espera mais e reclama menos. Reclamação é sinal de insatisfação. Quem busca por benefícios acha que conhece a Deus, Ele não passa de uma história. Comer a carne e beber o sangue significa comunhão, e isso envolve algumas renúncias para encontrar a vida. Quem busca por benefícios, tem o seu foco nessa vida, na terra. 1 Coríntios 5.19; Jó 2.10.
Buscar de todo o coração é buscar a Ele, e não pelos benefícios. Salmo 63.1. A comunhão faz as filhas da sanguessuga perderem a força na nossa vida. Aqueles que tiveram comunhão com Cristo revolucionaram a história da humanidade. A comunhão nos faz um com Ele. Quem busca por benefícios nunca está saciado.
Culto de domingo - 27.02.11 - Pr. Digão - Engano
O engano tem o objetivo de nos afastar de Deus. Quem nunca foi enganado? O engano se parece com a verdade. Pedro não queria que Jesus morresse porque queria o bem para Jesus, mas era engano. Quando estamos no engano, não vemos as promessas se cumprirem. Mateus 16.23. Tiago nos alerta para cuidarmos com o engano. Tiago 1.22. Temos que ser praticantes, e não somente ouvintes. O que faz a diferença não é ser ouvinte, mas praticante. Muitos conhecem, mas não praticam. É aí que o engano entra: quando não praticamos a palavra. Tiago 1.22-25. O praticante é bem-aventurado em tudo que fizer. O objetivo do engano é parar o agir de Deus na nossa vida. Quando deixamos de cumprir, deixamos de ver Deus agir na nossa vida. O que faz a diferença é praticar, esse será bem-aventurado no que fizer. A fé sem obras é morta (Tiago 2.6). Amós 2.4. O engano está ligado ao fato de não praticar. Se não praticamos a Palavra de Deus, praticamos a palavra de alguém. O engano quer nos afastar dos sonhos, dos projetos de Deus na nossa vida. Deus é file, mas também é conselheiro. Quando Deus vê alguém que executa Seus conselhos, Deus abre as portas dos céus e age em favor desse. Mateus 24.11; 7.24-29. Jesus não estava só falando para ser ouvido, mas queria que eles colocassem em prática, porque eles já conheciam o que Ele estava falando. O engano está em acharmos que só ouvir e conhecer é o suficiente. Aquele que pratica permanece firme, ele prova que confia em Deus, além de apenas crer. Podem vir os problemas que vierem, essa pessoa não vai cair, mas vai continuar de pé. Salmo 125.1; 1 Pedro 2.5. A prática deve ser constante. O coração do homem é enganoso (Jeremias 17.9).
2 Reis 5.1-27. Naamã era leproso, e isso era símbolo de desobediência aos princípios da Palavra de Deus (um exemplo é o que aconteceu com Miriã, irmã de Moisés, quando ela falou mal dele). Naamã praticou o que ouvi, quando soube o que a escrava disse. Muitas vezes não cumprimos uma palavra por causa da forma como ela chega a nós. Deus usa situações, pessoas, para nos falar, mas muitas vezes deixamos de ouvir porque não veio do jeito que esperávamos. Temos que praticar porque é a palavra de Deus, e não por causa de um resultado. Geazi ouviu mas não praticou, e como consequência a lepra de Naamã passou para ele.
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