domingo, 11 de dezembro de 2011

Trabalho novo e outras coisas

Sumi um pouco em parte porque não tinha muita coisa pra contar, e em parte por falta de tempo. Mas esse post vem com vários assuntos. Comecei essa semana a trabalhar num salão de beleza pertinho de casa, estou aprendendo um monte e amando muito tudo isso. Tem dias que são mais calmos, mas em outros dias a correria é grande.
O outro assunto da pauta são alguns livros que li recentemente. O primeiro da lista é O veredicto de chumbo, de Michel Connelly. É sobre um advogado que "herda" os processos de um amigo que foi misteriosamente assassinado. A história é interessante, mas o interesse sumiu já nas primeiras páginas. Para alguém como eu, acostumada com as narrativas intrigantes e envolventes da Tess Gerritsen, parece que as coisas não andam, mas se arrastam tão vagarosamente quanto uma lesma; e eu acabei lendo nesse mesmo ritmo. Pra um "thriller jurídico", achei um tanto vagaroso demais; o autor é tão detalhista nas narrativas que perde o mistério da trama. O segundo é Um homem de sorte, por Nicholas Sparks, autor dos famosos Querido John e Diário de uma paixão. No começo ele me pareceu um tanto confuso, pois ele segue uma linha cronológica, mas possui alguns flashbacks do personagem principal, explicando seus motivos e modo de agir. Narra a busca de um ex-fuzileiro naval pela mulher de uma fotografia, pois seu amigo acreditava que esta lhe dava sorte e lhe protegia de diversos perigos. O terceiro é Fuga para lugar nenhum, de C. J. Box, sobre um guarda florestal que decide investigar as denúncias de um grupo de caçadores de alces. Os fatos narrados são tão bem amarrados que nos envolvem numa névoa de mistério que não dá vontade de parar de ler. Inicialmente, todo esse clima de suspense beira o limite do terror, mas não me arrependi de continuar lendo. A narrativa nos prende do início ao fim. O último da lista é Pegadas ao luar, de Dennis O'Connor, a emocionante biografia de um gato. Isso mesmo, um gato. Quem gosta gosta de gatos, como eu, vai adorar. Gatos podem não ser como os cachorros, com aquela recepção efusiva e barulhenta quando encontram os donos, mas certamente sabem expressar o amor que sentem por quem cuida deles com carinho. Cheguei a chorar nas últimas páginas.

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