Pra quem costuma passar por aqui já não é novidade... estou toda hora mudando tudo: fontes, imagem do fundo e organização dos itens nas colunas laterais. Eu não resisto, enjoo muito rápido e acabo mudando de lugar... Quem não gosta que se acostume com a ideia. Porque aqui não existe democracia, o blog é meu e quem dita as regras aqui também é a minha pessoa, rs.
Eu li um livro há pouco tempo (A garota que caçava a lua - Sarah Addison Allen) em que o papel de parede do quarto da personagem principal mudava, sozinho, conforme o estado de espírito da sua hóspede... meu blog é assim também, mas ele não faz isso sozinho, quem muda as coisas nele sou eu. Aliás, falando no livro, ele é bem interessante, alguns detalhes meio fantásticos, mas no contexto geral ele é bom. Faz pensar.
Outros livros que também li e gostei foram:
A pirâmide (Henning Mankell): suspense policial. Um avião cai na Suécia e os dois pilotos morrem no acidente, sendo que a única identificação encontrada no avião estava no motor, as outras foram apagadas de forma muito suspeita. Outras mortes ocorridas nos dias seguintes sugerem uma ligação com o acidente misterioso: duas velhinhas morrem no incêndio de sua loja e a investigação revela uma fortuna não declarada; um traficante conhecido da polícia local é executado de forma muito semelhante.
O fantasma (Robert Harris): sim, pra quem achou o nome semelhante, uma coisa tem a ver com a outra sim. O filme "O escritor fantasma" (procure no arquivo do blog) foi baseado nesse livro, portanto, indiretamente, a sinopse do livro está lá. Um detalhe importante: o personagem principal (o escritor propriamente dito, interpretado por ninguém menos que Ewan McGregor no filme) não fala seu nome em nenhum momento sequer do livro. Demonstra a clara intenção dele de se passar por um fantasma.
A água dupla (James Twining): uma moeda valiosa para os colecionadores foi roubada, sendo que ela nem deveria existir. Ironicamente, um famoso ladrão de obras de arte é convidado por uma agente do FBI para ajudar nas investigações. Um final surpreendente. Digno de uma versão para as telonas.
Por amor a Julie (Ann Ming): uma mãe conta sobre a sua luta para mudar uma antiga lei na Inglaterra. Ela teve a filha brutalmente assassinada e depois de 17 anos de lutas consegue ver o assassino finalmente ser preso pelo assassinato. Emocionante. Ela foi condecorada com a Ordem do Império Britânico em 2007 pela campanha feita por quase 20 anos para conseguir mudar uma lei em vigor há 8 séculos.
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